Muitas são as perguntas que se fazem acerca da salvação do ser humano. Dentre elas uma das mais questionasdas é: A graça de Deus é suficiente para a salvação? Jn 2.9 diz: "Do SENHOR vem a salvação." e se assim diz o texto logo concluimos: sim A GRAÇA DE DEUS É SUFICIENTE.
sexta-feira, 10 de julho de 2009
ESPÍRITO SANTO COMPANHEIRO!
sexta-feira, 3 de julho de 2009
MEDITAÇÕES SOBRE O LIVRO DE GÊNESIS - XLVIII
OS DESCENDENTES DE ESÁU; JOSÉ SEUS SONHOS E A CONSPIRAÇÃO DE SEUS IRMÃOS (Gn 36 – 37)
Gênesis é o livro dos inícios. Nele encontramos dez relatos de gerações:
1. O Universo - Gênesis 2:4; 2. Adão - Gênesis 5:1; 3. Noé - Gênesis 6:9; 4. Os filhos de Noé - Gênesis 10:1; 5. Sem - Gênesis 11:10; 6. Terá - Gênesis 11:27; 7. Ismael - Gênesis 25:12; 8. Isaque - Gênesis 25:19; 9. Esaú - Gênesis 36:1; 10. Jacó - Gênesis 37:2.
Gênesis 36: As gerações de Esaú passaram de forma quase abruptamente. No entanto, temos os nomes de suas esposas e descendentes, e também o relato deles se unindo com os Horeus. Eles ficaram conhecidos como os Edomitas.
Do ponto de vista mundano, os descendentes de Esaú foram muito prósperos (Gn 27.39-40). Enquanto Israel era apenas um pequeno clã, os Edomitas desfrutaram do poder político e realeza. É bom notarmos esta característica: Riqueza material e poder não são uma marca garantida do poder divino. A nação de Deus se desenvolveu lentamente e cercada de aflições, mas ainda assim os propósitos de Deus foram realizados de acordo com os Seus planos. Quantas vezes o "verdadeiro Israel" é tentado a invejar os "Edomitas" deste mundo (Sl 37.1-7; 34-40).
Gênesis 37: Aqui tem início a história de José. Ela é sem dúvida a história favorita de muitas pessoas. Nela encontramos maravilhosas ilustrações da providência especial de Deus para com Seu Povo (Rm 8.28). Temos aqui a garantia de que a má intenção do homem não pode impedir o gracioso poder de Deus para com Seu povo.
Em Canaã (Gn 37.1): Os patriarcas viveram como estrangeiros na terra que Deus havia prometido a eles. Israel só iria tomar posse desta herança centenas de anos mais tarde.
José (Gn 37.2): Aqui encontramos José, cujo nascimento é recordado em Gênesis 30. Notamos o seu bom caráter mesmo na adolescência. E isto é ainda mais marcante quando comparado com a fraqueza de caráter de seus irmãos mais velhos. José não era do tipo que seguia a multidão. Quando lemos a respeito dele contando a Jacó as más obras de seus irmãos, é para que o seu bom caráter seja ressaltado.
Podemos notar, que a maioria dos pais das doze tribos tinha uma conduta questionável. Certamente que a poligamia, aliada ao ciúme e a maldade, foram os responsáveis por boa parte disso. Devemos aprender que a graça não pode percorrer por linhagens de família. Embora Deus tenha executado Seus propósitos através de Israel, como uma nação escolhida, a maioria deles nunca conheceram pessoalmente a Deus. Nem todos os descendentes de Abraão foram como José, e por isso, nem todos eram filhos espirituais de Abraão (Jo 8.39, Gl 3.29).
A Túnica de Várias Cores (Gn 37.3-4): José era o preferido de seu pai. Jacó fez para ele uma túnica especial que revelava a sua posição de preeminência (2Sm 13.18).
Podemos nos perguntar se Jacó agiu corretamente em tudo isto. Ele certamente deve ter se lembrado dos problemas que o favoritismo tinha causado no lar dos seus pais. Isto o havia separado de sua mãe, assim como o separaria de José. É mais fácil igualar a fraqueza dos pais do que seguir o exemplo de seus pontos fortes. Note, entretanto, que até mesmo a tolice do homem pode ser usada para que a soberana vontade de Deus seja executada. A raiva dos irmãos de José, como a de Esaú, somente favoreceu o plano de Deus (Sl 76.10).
O Sonhador (Gn 37.5-11): Para piorar o ciúme dos seus irmãos, José teve dois sonhos que mostravam a sua exaltação futura. Muitos acham que José errou ao contar estes sonhos aos seus irmãos, pois só criou mais ciúmes. Eu não posso concordar com isso. José parece ter entendido que estes sonhos eram proféticos e que vieram por impulso divino. Como nas profecias, eles precisavam ser contados para que, nos eventos futuros, fosse reconhecido que a Palavra de Deus estava sendo cumprida. Os sonhos foram literalmente cumpridos quando José foi feito governador no Egito. Não há dúvidas que todos os envolvidos lembraram destes sonhos, e sabiam que Deus havia preservado Sua Palavra (Dt 13.1-5).
José Procura Seus Irmãos (Gn 37.12-17): Siquém ficava cerca de 80 km de onde José estava, e Dotã a 40 km de Siquém, seguindo pela rota comercial.
Um Plano Perverso - versículos (Gn 37.18-28): É chocante o fato daqueles homens considerarem o assassinato do próprio irmão. Dificilmente acreditaríamos nisto se não tivéssemos visto anteriormente o caráter deles (Gn 34). Não podemos deixar de notar que eles estavam lutando contra a profética Palavra de Deus (ver. 19-20).
Novamente, não podemos deixar de ver a providência maravilhosa de Deus. Embora a vida do homem possa parecer um grande emaranhado, e cheia de embaraço, Deus está tecendo o tapete dos Seus planos. José, seus irmãos e os ismaelitas sabiam muito pouco a respeito do que Deus estava fazendo. Porém os planos de Deus nunca fugiram ao seu controle (2Cr 20.6).
Sofrimento (Gn 37.29-35): Aqui ficamos sabendo que Rúben tinha planejado resgatar José. Será que ele estava tentando cair nas graças de seu pai novamente? Nós não sabemos. Sabemos que por ser ele o mais velho seria o reponsavel pelo seu irmão mais novo diante de seu pai. Isso pode explicar sua preocupação. Mas, ele aparentemente estava sendo sincero no seu sofrimento. Os midianistas ou ismaelitas são ambos descendentes de Abraão, provavelmente haveria pessoas dos dois grupos (Gn 16.16; 25.2). A reação de Jacó ao ver a túnica ensangüentada, deve ter feito com que até os empedernidos irmãos de José se sentissem miseráveis. A vida de Jacó estava centralizada em José. Eles devem ter sentido que causariam também a morte do pai deles. Mais tarde veremos que a consciência deles realmente os atormentava (Gn 42.21).
MEDITAÇÕES SOBRE O LIVRO DE GÊNESIS - XLVII
UMA REFORMA RELIGIOSO NA FAMILIA DE JACÓ; A MORTE DE DEBORA, RAQUEL E ISAQUE (Gn 35)
Em Gênesis 28:10-22, lemos a respeito da visão e do voto de Jacó em Betel. Betel literalmente significa "a casa de Deus". Infelizmente, parece que Jacó se esqueceu ou negligenciou o seu voto. Ele permaneceu em Canaã por vários anos, e não tinha retornado para Betel ainda. O declínio espiritual parece ser uma tendência natural nos santos e na igreja. Somente a graça pode nos salvar e guardar de tropeçar.
Deus Vivifica o Seu Povo (Gn 35.1-4): A mão de Deus muitas vezes pesa sobre a vida de Seus filhos, a fim de despertá-los do seu estado de complacência espiritual (Hb 12.6 e 11). Os fatos ocorridos no capítulo 31 mexeram com Jacó e o preocuparam. A partir dali Deus lhe deu uma nova direção. Note os efeitos do reavivamento na vida de Jacó:
A. A lembrança do relacionamento anterior com Deus [vers. 1 e 3]. Jacó relembra a sua conversão e as circunstâncias que o levaram ao encontro com Deus. No reavivamento, os santos recordam e recebam novamente a alegria, a maravilha e a humildade da salvação de Deus (Sl 85.6; 51.12). B. A renovação do interesse pelos outros [vers. 2-3]. Quando Jacó estava espiritualmente renovado, ele começou a se interessar pelas almas de sua família. C. O retorno a pureza espiritual [vers. 2-4]. Quando os santos se afastam de Deus, o mundanismo começa a brotar, e até mesmo a idolatria passa a ser tolerada. Nós Cristãos devemos lutar para termos lares consagrados. Precisamos agir, vestir e falar de maneira cristã. Os lugares que freqüentamos e nos divertimos não devem desagradar a Deus. Nossos filhos devem ver, através de nós, que o padrão do mundo não é o padrão dos filhos de Deus. (Brincos no mundo antigo muitas vezes tinham uma conexão com a idolatria. Isto nem sempre era assim, como vemos em Gênesis 24.22. Quando alguma coisa é errada, deveríamos estar dispostos a nos desfazer delas, a despeito do seu valor monetário. Isto é exemplificado aqui e ensinado em Deuteronômio 7.25). D. A restauração pelo prazer de estar na casa de Deus [vers. 3]. Quando os filhos de Deus são vivificados, o interesse deles pela casa de Deus é renovado (Sl 27.4). Anteriormente, Jacó havia adorado a Deus como "Deus de Israel" (Gn 33.20). Vamos lembrar que "Israel" foi o nome que Jacó ganhou, e que nos ensina alguma coisa a respeito do seu estado espiritual. Quando pensamos em Deus, somente para o nosso benefício pessoal, estamos desviados. Após ser reavivado, Jacó adorou a Deus como o "Deus de Betel" [vers. 7]. Ele começou a pensar em Deus com relação a Sua casa. A glória de Deus e o Seu povo se tornam o interesse daqueles que se aproximam do Senhor. A verdadeira espiritualidade nunca se esquece que Deus tem uma família e uma igreja. Cristo nos ensinou a orar "Pai nosso" para que não venhamos a esquecer disso. O verdadeiro reavivamento fará com que a casa de Deus seja uma prioridade em nossa vida. A igreja é a casa de Deus hoje (1Tm 3.15).
Deus Protege Seu Povo (Gn 35.5): Deus pode usar muitos meios para proteger o Seu povo. Aqui Ele põe medo nos corações dos inimigos de Jacó. Por que deveríamos temer quando seguimos tal Deus?
Uma Triste Prova (Gn 35.6-8): Enquanto Jacó estava em Betel, a ama mais velha de Rebeca, vem a falecer. Sem dúvida ela era a mais antiga governanta de Jacó, e por isso, mui amada. Isso explica porque ela veio morar com eles. Ela foi sepultada ao pé de um carvalho que passou a se chamar "o carvalho do choro".
A lição aqui é muito clara: Nem o reavivamento, nem a nossa espiritualidade, nos isentam das provações desta vida. Estas provas não somente despertam os santos da sonolência, como também aprofundam a espiritualidade daqueles que aspiram por Deus (Tg 1.2-4). Nós aprendemos a confiar nas promessas de Deus e experimentar a paz em Cristo, mesmo durante nossas provações.
As Promessas de Deus (Gn 35.9-15): Enquanto Jacó estava em Betel, Deus apareceu para ele e renovou as Suas promessas. Jacó foi assegurado de que as promessas feitas a Abraão e Isaque também pertenciam a ele. Sendo assim, Jacó respondeu com uma adoração pública e um memorial a presença de Deus.
Muitos podem dizer que encontraram Deus pela primeira vez na igreja. Eles também podem testificar, que a partir dali, Deus tem lhes falado muitas vezes através da pregação da Palavra. Que nós possamos oferecer sacrifícios espirituais a Deus em nosso serviço prestado na igreja e através dela (1Pe 2.5; Fl 2.17 e 4.18). Este é o sentido espiritual do versículo 14. A coluna designou o lugar como a casa de Deus. A oferta de libação representa o culto espiritual de Jacó a Deus. No texto Grego de Filipenses 2.17, Paulo compara sua vida com a oferta de libação derramada no serviço de Deus. O óleo representa a presença do Espírito Santo na igreja.
Outra Prova (Gn 35.16-20): Ao lermos esta passagem, é muito difícil esquecermos as palavras de Raquel em Gênesis 30:1. Vamos ter todo cuidado ao abrirmos nossas bocas. Nos seus últimos instantes de vida, Raquel deu o nome ao menino que lhe nascera de "filho da minha tristeza". Mas, Jacó sabiamente mudou para Benjamim, que significa "filho da minha mão direita" ou ainda “filho de esperança e encorajamento”. É interessante notar que tanto o nascimento quanto a morte ocorreram em Belém.
Devemos observar os seguintes pontos:
A. O velho testamento faz distinção entre o corpo e a alma. B. Alguns eventos de nossa vida podem ter implicações de longo alcance. Tanto o Rei Saul quanto o Apóstolo Paulo pertenciam à tribo de Benjamim. C. As provações algumas vezes vêm em grupo.
Mais Uma Decepção (Gn 35.21-22): Em determinado momento, Rúben, o filho mais velho, teve um romance com uma das mulheres de seu pai. Este ato de incesto causou um grande desgosto para Jacó e Deus. Infelizmente, este era um comportamento comum entre os Cananeus (Lv 18.8 e 27-28). As conseqüências foram muitas; Deus foi desonrado, Jacó ficou desgostoso, e Rúben e seus descendentes sofreram por causa disso (Gn 49.3-4).
Os Filhos de Jacó (Gn 35.22-26): Lembre-se que Jacó (Israel) foi o pai das doze tribos. Incluindo os filhos de José que foram adotados por Jacó (Gn 48.5), houve na realidade mais do que doze tribos. A razão disto é explicada em Gênesis 48:22. Isto nos ajuda a entender as variações existentes em diferentes listas encontradas na Bíblia a respeito das tribos.
MEDITAÇÕES SOBRE O LIVRO DE GÊNESIS - XLVI
DINÁ É VIOLENTADA E SEUS IRMÃOS SE VINGAM (Gn 34)
Temos aqui um triste incidente ocorrido na vida de Jacó. Muitos dos detalhes não são explanados, então devemos ter cuidado para não colocarmos culpa demais sobre Diná e a sua família. Há quem acredite que tudo o que ocorreu serviu como lição espiritual e castigo para vida dele (Hb 12.6 e 11). No próximo capítulo vemos Jacó se aproximando mais de Deus.
Diná é Desflorada (Gn 34.1-2): De acordo com os costumes antigos, quando uma mulher estava sozinha, ela era considerada como estando fora de lugar, e, portanto, uma presa fácil. Novamente, não podemos julgar até que ponto Diná era culpada por se expor. Há várias coisas dignas de nota aqui:
A. A imoralidade é suja. A fornicação é espiritualmente e moralmente impura diante de Deus.
B. As más companhias são perigosas ao bem estar espiritual e moral dos jovens e velhos (Pv 13.20). O povo de Canaã era terrivelmente idólatra e imoral (Dt 12.29-31). Diná deveria ter se envolvido ou feito amizade com pessoas de bons princípios. Andar em território do Diabo é um convite ao desastre.
Padrões Diferentes (Gn 34.3-7): Nem Siquém, nem seu pai Hamor, demonstraram sentir vergonha ou culpa pelo ocorrido. Siquém era mais nobre do que outros de sua tribo. Ele foi gentil com Diná, e não via motivos para que o pai dela ficasse preocupado. A pureza de uma jovem não representava nada para sua tribo. Este tipo de atitude está se tornando cada vez mais normal no mundo em que vivemos. A maioria dos jovens desconhece os padrões de moralidade. Entretanto, Jacó e seus filhos ficaram muito indignados. O povo de Deus sempre tem padrões diferentes do mundo. A pureza sexual deve ser o nosso padrão. Os Cristãos devem treinar e vigiar seus filhos, e se for possível, estas coisas devem ser evitadas. (1Ts 1.6-10; 1Co 5.1-2)
Um Povo Separado (Gn 34.8-12): O povo de Deus é chamado para ser separado do mundo (2Co 6.17). Isto fica bem ilustrado quando Deus manda Israel não se misturar com as nações que estavam ao redor deles. Há, no entanto, a tentação de tornar-se um com o mundo. Quantas igrejas vêm isto acontecer! Se o plano de Hamor tivesse dado certo [vers. 8-10], Israel teria perdido sua existência como nação. Somente sendo um povo separado é que podemos ser usados por Deus. (1Pe 1.16)
Triste Engano (Gn 34.13-19): Uma demonstração de indignação contra o pecado pode ser uma marca da piedade (Ef 4.26). Esta forma de vingança, entretanto, não pode ser defendida. Eles usaram até mesmo o sinal da aliança com Deus (circuncisão) como parte de um plano brutal. Aquilo que é santo não deveria ser usado desta maneira.
Hipocrisia (Gn 34.20-24): Que encenação hipócrita eles fizeram. Eles não foram as últimas pessoas a usarem a religião para motivos mundanos. Muitos têm se unido a uma igreja em busca de uma esposa ou para tentar vender alguma coisa para obter lucro financeiro. Note que a história que Siquém e Hamor contaram para o povo deles era bem diferente daquela que eles contaram para Jacó e seus filhos [compare vers. 10 com vers. 23]. Eles não tinham interesse nenhum pelo Deus de Israel ou pela prática da circuncisão.
Vingança (Gn 34.25-29): O plano dos filhos de Jacó foi colocado rapidamente em prática. No terceiro dia após a cirurgia, enquanto os homens estavam incapacitados, Levi e Simeão assassinaram aqueles homens. O sinal da aliança de Deus foi utilizado como um acessório de assassinato. Algumas pessoas tentam justificar este ato brutal dizendo que Israel recebera ordens para destruir estas tribos. Entretanto, esta ordem somente seria dada no futuro (Gn 15.16). As ações destes homens foram motivadas apenas pela vingança. E a Bíblia nos ensina que a vingança pertence ao Senhor e não a nós(Sl 94.1). (Nós não temos todos os detalhes deste massacre. Evidentemente, a vila deveria ser bem pequena, e é bem provável que os homens foram reunidos sob alguma pretensão. Nós sabemos que Levi e Simeão eram irmãos legítimos de Diná, e talvez por isso tomaram a causa como sendo pessoal. Compare Gênesis 29:31-34 com Gênesis 34:1).
MEDITAÇÕES SOBRE O LIVRO DE GÊNESIS - XLV
JACÓ SE REENCONTRA COM ESAÚ. (Gn 33)
Deus atendeu a oração de Jacó, pois vemos Esaú chegar de uma maneira amorosa e pacífica. Como é maravilhoso o poder da oração feita a um Deus que exerce poder sobre os corações dos homens. Devemos confiar que tudo esta sobre o domínio de nosso Deus. Quando oramos estamos confessando que Deus pode tudo e que tem domínio sobre todas as coisas (2Cr 20.6)
A Ansiedade do Encontro (Gn 33.1-2): Jacó vê Esaú se aproximar com as tropas de homens armados. Não sabemos o que se passou na mente dele. Será que Jacó sentiu paz sabendo que Deus o tinha ouvido, ou ele ficou temeroso e ansioso? Por que ele organizou a família daquela maneira? Isso era apenas protocolo ou ele estava protegendo os seus favoritos? Mas ao analisarmos cuidadosamente este texto vemos que Jacó acreditou na benção que Deus lhe havia designado na noite anterior (episódio relatado no capitulo 32), pois Jacó vai a frente de todo o seu povo e de todo o seu rebanho ao encontro de seu irmão Esaú. Assim mais uma vez o servo de Deus, Jacó, nos da um belo exemplo de confiança em Deus. Que nós, como Jacó, possamos confiar em Deus sempre que sua palavra nos falar. (2Cr 20.20)
A Humildade de Jacó (Gn 33.3): As saudações orientais começam de grande distância e ocupam longo tempo para ser efetuadas. Parece haver certa indicação aqui, entretanto, de uma forma respeitosa de tratamento. Talvez isso se devesse ao fato que Jacó reconhecia o erro que havia feito contra seu irmão, e também era um modo explicito, ainda que sincero, de honrar a Esaú com o respeito devido a um irmão mais velho. Jacó fez todo o possível para assegurar a paz com Esaú. Ele foi generoso para com Esaú (Pv 21.14). Ele orou e usou palavras brandas (Pv 15.1), como também se aproximou com humildade. Nós também devemos fazer todo o possível para promover a paz sem comprometer a verdade (Rm 12.18). Assim como Jacó devemos nos preocupar em manter a paz com todos, pois é desejo de Deus para nossa vida e torna fácil a apresentação de nosso testemunho cristão às pessoas não convertidas ainda (Hb 4.12).
O Encontro (Gn 33.4-11): Jacó ficou feliz quando soube que Esaú não estava bravo, e que o amor fraternal havia voltado. Não há dúvidas de que Deus trabalhou no coração de Esaú como resposta as orações de Jacó (Gn 32.28).
Ambos usaram de sabedoria em não mencionar os problemas do passado. Muitas pessoas nunca aprendem a arte de abandonar os comentários que incitam provocações. Note como Jacó estava ansioso para que Esaú recebesse o presente dele. Nos tempos antigos, os presentes eram um sinal de boa vontade. Ele saberia pela recusa dos presentes qual seria a intenção de Esaú. Pois quando se recusasse um presente de alguém era sinal de que não queríamos a sua amizade, porém Jacó pede a Esaú que recebesse tais presentes como sinal de que ele não estava mais com raiva de Jacó. Jacó, no ver 10, diz que tinha visto o rosto de Esaú como se tivesse visto o rosto de Deus, isto nos parece indicar o alivio que Jacó sente em saber que seu irmão não tinha mais o desejo de mata-lo. Ou seja viu que Deus ouviu sua oração.
A Oferta de Esaú (Gn 33.12-16): Esaú queria viajar com Jacó. Entretanto, Jacó sabia que viajar com seus filhos, mulheres e gados, exigia lentidão, e isso seria irritante para aqueles homens. Esaú então sugeriu deixar um grupo de homens para protegê-los, mas, Jacó da mesma forma declinou da oferta e a considerou desnecessária. Esaú foi sincero em tudo o que falou e parecia um "bom amigo". Infelizmente, ainda que algumas pessoas tenham certas qualidades de caráter, diante de Deus elas são profanas (Hb 12.16). Aparentemente Jacó queria escapar de Esaú. Ele sabia que seus caminhos conduziam para diferentes direções. Viver em paz com as pessoas que não servem a Deus de modo verdadeiro, não é andar nos mesmos caminhos que elas. Podemos viver em paz com as pessoas sem viver em seus costumes (Sl 1.1-3). As Escrituras não escondem as faltas dos "santos"; e nem ocultam as virtudes das pessoas "profanas". A "depravação total" significa que cada porção (total) da natureza do homem está contaminada pelo pecado; mas não quer dizer que cada homem é tão ruim como é possível alguém ser ruim.
Sucote (Gn 33.16-17): Não sabemos porque Jacó parou antes de chegar ao monte Seir. Em Sucote ele construiu uma casa e cabanas para o seu gado. Sucote significa tendas.
MEDITAÇÕES SOBRE O LIVRO DE GÊNESIS - XLIV
JACÓ LUTA COM DEUS E É ABENÇOADO (Gn 32.22-32)
Nesta passagem bíblica, que é considerada uma das mais sagrada e belas de toda a Bíblia, vamos aprender muito com Jacó acerca da oração e como Deus está disposto a nos responder e deixar-nos “prevalecer” sobre Ele em oração. A luta de Jacó representa a luta que temos de enfrentar na oração, sendo persistente e perseverante.
Lutando em Oração (Gn 32.22-28): Vemos aqui um fato extraordinário que provoca uma virada na História Bíblica. Nós freqüentemente destacamos esta passagem como uma das cenas mais sagradas das Escrituras. Aprenda aqui os segredos da oração persistente:
A. Oração - uma luta com Deus.
Na noite anterior ao encontro com Esaú, Jacó procurou um lugar solitário para orar. Enquanto lutava em oração, ele repentinamente se viu engajado em uma luta corporal. Seu oponente era um anjo (Os 12.3-4). Ele não era um anjo comum, mas Deus em pessoa, que se manifestou várias vezes no Velho Testamento como o "Anjo do Senhor".
Parece estranho que na oração Deus muitas vezes age como um inimigo. A oração se transforma em uma luta, como se Deus devesse ser convencido ou persuadido a ficar nos ouvindo. Deus age assim, para testar a importância de nossos pedidos, nossa persistência e nossa fé nas promessas de Deus (Mt 15.21-28; Lc 18.1-7). O tempo que dedicamos buscando a Deus, é também um tempo de crescimento para nós.
B. Oração- Humilhar-se Perante Deus.
Enquanto lutava, Jacó se recusou a perder ou mesmo desistir. Nós sabemos que isto não era uma limitação do poder de Deus, mas Ele estava testando o coração de Jacó. Em determinado momento o anjo lhe tocou a juntura da coxa, debilitando-o e fazendo com que ele só pudesse agarrar no Anjo. Enquanto buscamos o poder de Deus para nossa vida através da oração, somos lembrados de que não possuímos nenhum poder em nós mesmos. Como Jacó, aprendemos que a nossa única fonte de poder está em nos apoiarmos em Deus. É muito duro para nós aprendermos enquanto estamos inteiros (2Co 12.9-10).
C. A Oração Produz Confissão.
Quanto mais nos aproximamos de Deus, melhor enxergamos nossas próprias fraquezas. Antes do nome de Jacó ser mudado para Israel, ele tinha que admitir que Jacó era o nome dele. A oração acompanhada de humilhação produz o conhecimento de quem somos verdadeiramente. Devemos nos colocar no nosso devido lugar diante de Deus, Ele está no céu e nós na terra (Mt 6.9; Sl 51.3-4).
D. A Oração Perseverante Prevalece.
Jacó não podia ser desviado do desejo de ser abençoado por Deus [versículo 26]. Que coisa maravilhosa o fato do homem mortal poder prevalecer contra Deus! Que poder tem a oração! Como Deus é gracioso em permitir e nos tratar desta maneira.
O nome de Jacó foi mudado para Israel. Seu pedido por segurança foi atendido. Ele não somente sobreviveu como veio a ser um ancestral do Messias. Nós temos orações que não foram atendidas ainda? Nós necessitamos de mudanças em nossa vida e em nosso caráter? Há pessoas em nossa família que necessitam de Cristo? Vamos aprender com Jacó como devemos orar (Rm 12.12). Talvez se despendêssemos mais noites em oração, gastaríamos menos dias nos preocupando de nossos planos bem esquematizados.
Outros Pedidos (Gn 32.29-30): Jacó procede e pergunta o nome do anjo. No jeito hebreu de pensar, nome significa a identidade completa de uma pessoa. Em essência, Jacó estava pedindo uma manifestação mais clara de Deus. Isso foi uma maravilhosa oração. Os santos do Velho Testamento não tiveram uma revelação tão completa de Cristo quanto temos hoje. Mesmo hoje devemos desejar do ver mais da glória de Deus. Mesmo não recebendo a resposta desejada Jacó reconhece que foi Deus quem lhe abençoara, pois em seguida ele coloca o nome daquele lugar de Peniel, que significa “Face de Deus”, deduzindo que tal homem com quem ele lutou e recebeu dEle a benção era o próprio Deus. Por isso ele exclama: Vi Deus face a face. Nos dias de hoje temos a maravilhosa resposta que Jacó desejou ter, que nos dá mais e mais segurança em servir ao nosso Deus, pois temos as Escrituras que nos revelam os nomes mais sublimes que demonstram o caráter de Deus, porém nunca saberemos por completo o que Deus é e como Ele age, por isso devemos desejar mais e mais conhecer o caráter maravilhoso de Deus (Rm 11.33; Jr 9.23-24).
Uma Relembrança (Gn 32.31-31): Jacó deixou o lugar de oração mancando. Sem dúvida isso relembrou ele de sua necessidade de se apoiar no Senhor. Talvez fosse seu "espinho na carne".
MEDITAÇÕES SOBRE O LIVRO DE GÊNESIS - XLIII
A PREPARAÇÃO DE JACÓ PARA REENCONTRAR-SE COM ESAÚ (Gn 32.1-20)
Jacó nem bem saiu de uma provação e já está passando por outra. Assim também é a vida do Cristão. Enquanto estivermos neste mundo a nossa luta não termina. Cada dia requer novas manifestações de fé. Tais provas não são apenas para serem suportadas, mas valorizadas pelos seus benefícios espirituais (1Pe 1.7).
Maanaim (Gn 32.1-2): Enquanto Jacó se dirigia para sua casa, Deus lhe mostrou as hostes de anjos enviadas para protegê-lo. Como um memorial disto, ele chamou aquele lugar de Maanaim, que significa: duas hostes ou exércitos. Esta palavra é traduzida literalmente como "dois exércitos" no livro de Cantares de Salomão 6.13. Alguns crêem que havia duas hostes de anjos guardando Jacó. Entretanto, a visão correta seria que o grupo que estava com Jacó era uma hoste, e que a segunda, formada de anjos, os acompanhava.
Que verdade abençoada é revelada aqui. O povo de Deus e a Sua Igreja nunca estão sozinhos. Os anjos de Deus nos protegem (Sl 34.7, 2Rs 6.17). O poder e a presença de Deus nos capacitam a sermos bem sucedidos na obra do Senhor (Mt 28.18-20; 1Co 3.6). Quando o mundo olha para a igreja de Deus, eles vêem somente pessoas com fraquezas e limitações humanas. Pelo olho da fé, vemos na Noiva - a Sulamita (Cantares de Salomão 6.13) - dois exércitos ou poderes. Nós trabalhamos com nossos corpos físicos, mas o poder de Deus é quem produz os frutos (2Co 4.7). Como as igrejas de hoje precisam saber que nosso sucesso depende da realização de que é um outro exército que nos defende e que um outro poder nos traz a vitória (Zc 4.6).
Incerteza (Gn 32.3-5): Muitos anos antes Jacó havia fugido de Canaã com medo de Esaú. Aqui ele tem que voltar para sua terra. Jacó estava sendo torturado pelo medo de que Esaú estivesse ainda irritado.
Note a sabedoria dele na sua comunicação com Esaú:
A. Ele se apresenta como servo de Esaú. Esta forma de linguagem assegurava a Esaú que Jacó não tinha vindo ameaçá-lo ou pressioná-lo com relação ao direito de primogenitura.
B. Ao falar de suas possessões, Jacó estava deixando Esaú saber que ele não tinha necessidade de herança nenhuma. Ele não havia retornado para pegar nada de Esaú.
Temor (Gn 32.6-8): Para a surpresa de Jacó, Esaú ouviu a respeito da volta dele e já o aguardava. Ele esperava pelo pior e estava se preparando para um verdadeiro desastre, pois dividiu o seu grupo em dois. Desta maneira ele esperava que pelo menos metade da família e do seu rebanho pudesse escapar. Como ele esqueceu rapidamente dos anjos e das promessas de Deus. Nós também temos o costume de se esquecer de como Deus cuida de nós e como nos prover sempre a vitória.
Orações em Tempos Difíceis (Gn 32.9-12): Deus nos convida a clamar pelo Seu nome em tempos difíceis (Sl 50.15). Jacó sabiamente se acalmou para orar a Deus. Note o padrão da oração:
A. Jacó relembra a sua posição na aliança de Deus [vers.9]. Ele era herdeiro da graciosa promessa feita a Abraão e Isaque, em essência ele estava dizendo: "Senhor, eu não sou digno de estar na Tua presença, mas venho como herdeiro das preciosas promessas feitas aos meus pais a respeito de Cristo". Isto poderia ser definido como a versão do Velho Testamento da oração feita em "nome de Jesus".
B. Jacó relembra que a presente prova ocorreu como resultado de sua obediência a Deus e a Sua Palavra [vers.9]. Ele não estava se queixando, mas dizendo: "Deus, o Senhor me colocou nesta posição, e agora eu te peço que me abençoe e proteja".
C. Jacó confessa sua indignidade a Deus [vers. 10]. A humildade e a confissão dos pecados são necessários na oração (Mt 6.12).
D. Jacó louvou e agradeceu a Deus por Sua bondade. Ação de graças não é somente um dever para com Deus, mas também ajuda a corrigir a nossa perspectiva das coisas espirituais. Ela é uma parte necessária da oração (Fl 4.6).
E. Jacó fez seu pedido (Fl 4.6).
F. Jacó relembrou as promessas de Deus [vers.12]. As palavras mais poderosas que podemos dizer quando oramos são: "Senhor Tu o disseste". Deus quer que saibamos e usemos Suas promessas.
quinta-feira, 25 de junho de 2009
OLHA AI PASTORES DO BRASIL!!!!
VÊ SE VOCÊ CONSEGUE ENTENDER ALGUMA COISA AI!!!
E TEM MUITAS IGREJAS QUE RECEBEM PREGADORES COMO ESTE, PODE ACREDITAR?
domingo, 14 de junho de 2009
SERÁ QUE ANJOS ATRAPALHAM O CULTO? KKK
SERÁ QUE ESSE POVO TODO ESTAVA ACREDITANDO NESSA PALHAÇADA TODA?
ATÉ QUE PONTO ESSE POVO VAI CHEGAR?
DE UMA OLHADINHA AI.