Muitas são as perguntas que se fazem acerca da salvação do ser humano. Dentre elas uma das mais questionasdas é: A graça de Deus é suficiente para a salvação? Jn 2.9 diz: "Do SENHOR vem a salvação." e se assim diz o texto logo concluimos: sim A GRAÇA DE DEUS É SUFICIENTE.
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
PLENA SATISFAÇÃO EM DEUS
John Piper, parte 1 from Editora Fiel on Vimeo.
John Piper, parte 2 from Editora Fiel on Vimeo.
John Piper, parte 3 from Editora Fiel on Vimeo.
Plena Satisfação em Deus - Parte 4 from Editora Fiel on Vimeo.
Plena Satisfação em Deus - Parte 5 from Editora Fiel on Vimeo.
Plena Satisfação em Deus - Parte 6 from Editora Fiel on Vimeo.
Plena Satisfação em Deus - Parte 7 from Editora Fiel on Vimeo.
Plena Satisfação em Deus - John Piper, Parte 8 from Editora Fiel on Vimeo.
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
segunda-feira, 26 de julho de 2010
SPURGEON CONTRA A PREGAÇÃO MUNDANA
quinta-feira, 22 de julho de 2010
segunda-feira, 31 de maio de 2010
PRECISAMOS DE PREGADORES
quarta-feira, 7 de abril de 2010
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
A CARTA À IGREJA EM PÉRGAMO
A doutrina de Balaão foi a doutrina que Balaão ensinava, não apenas a doutrina sobre a pessoa de Balaão. Semelhantemente, a doutrina de Cristo não é apenas o ensinamento sobre a pessoa de Cristo. A doutrina de Cristo inclui o que Jesus ensinava. Considere a importância deste fato em relação a textos como Tito 2:10; Hebreus 6:1e 2 João 9. Se alguém for além do ensinamento dado por Jesus, não tem Deus.
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Deus condena a tolerância de falsas doutrinas. Às vezes, os homens valorizamtanto a unidade entre pessoas (dentro de uma congregação ou até entre congregações diferentes) que desvalorizam a doutrina pura de Jesus. Toleram falsos ensinamentos e até práticas proibidas, como a imoralidade e a idolatria, mas insistem na importância de manter uma “igreja unida”. Se persistir nesseerro, o próprio Jesus trará o castigo. A unidade entre discípulos é importante, mas a pureza da palavra é mais importante do que a paz entre homens (Tiago 3:17). Uma igreja que serve a Jesus necessariamente rejeitará falsos mestres e suas doutrinas erradas.
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Devemos imitar a perseverança dos discípulos em Pérgamo, mantendo firme a nossa fé, mesmo se encararmos ameaças e perseguições. Ao mesmo tempo, não devemos negligenciar outras responsabilidades diante de Deus. Servimos um Deus puro, e devemos manter e defender a doutrina pura que ele revelou. Qualquer doutrina que incentiva a idolatria ou a imoralidade vem do diabo. Procuremos o maná que vem de Deus para nos sustentar para sempre.
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
CARTA À IGREJA DE ÉFESO
A Carta à Igreja em Éfeso
A mensagem do Apocalipse foi enviada principalmente “às sete igrejas que se encontram na Ásia” (1:4). Este fato é frisado várias vezes no primeiro e no último capítulos (1:4,11,20; 22:16). Os capítulos 2 e 3 são direcionados especificamente às igrejas, com uma mensagem especial para cada uma delas.
Estas sete cartas seguem a forma de decretos imperiais, começando a sua mensagem com a palavra “diz” (grego, legei). Estas cartas foram escritas num formato padrão (Saudação, Posição de Jesus, Avaliação da congregação, apelo a ação, Promessa de recompensa aos vencedores), mas o conteúdo de cada é específico e fala a respeito das necessidades da própria congregação citada. Mostrando assim que cada congregação era independente da outra.
Sete Igrejas Independentes
A necessidade de sete cartas bem diferentes reforça a importância de respeitar a autonomia de cada congregação. Estas sete igrejas se encontravam numa área relativamente pequena. Uma pessoa entregando todas as cartas faria um circuito de pouco mais de 500 quilômetros. Nesta área pequena, sete igrejas bem diferentes apresentaram características distintas. Jesus não enviou uma carta “ao bispo da Ásia” (não existia qualquer ofício de líderes regionais entre as igrejas primitivas) para resolver, de uma vez, todas as questões nas várias igrejas. As igrejas não eram subordinadas à autoridade de alguma hierarquia, e não havia laços estruturais entre congregações. Cada congregação era independente, com seus próprios desafios e sua própria personalidade. Cada uma recebeu um comunicado diretamente de Jesus, e lhe responderia diretamente pela sua obediência ou rebeldia.
Ao Anjo da Igreja em Éfeso (Apocalipse 2:1-7)
Vamos considerar o conteúdo desta carta. Confira na sua Bíblia cada citação.
A igreja em Éfeso (1): Éfeso era a cidade mais importante da província romana de Ásia. Foi situada perto do mar Egeu. Duas estradas importantes cruzaram em Éfeso, uma seguindo a costa e a outra continuando para o interior, passando por Laodicéia. Assim, Éfeso teve uma localização importantíssima de contato entre os dois lados do império romano (a Europa e a Ásia). Historiadores geralmente calculam a população da cidade no primeiro século entre 250.000 e 500.000. Éfeso era conhecida, também, como o foco de adoração da deusa da fertilidade, Ártemis ou Diana.
Sabemos algumas coisas sobre a história da igreja em Éfeso de outros livros do Novo Testamento. No final de sua segunda viagem, Paulo deixou Áqüila e Priscila em Éfeso, onde corrigiram o entendimento incompleto de Apolo sobre o caminho do Senhor (Atos 18:18-26). Na terceira viagem, Paulo voltou para Éfeso, onde pregou a palavra de Deus por três anos (Atos 19:1-41; 20:31). Na volta da mesma viagem, passou em Mileto e encontrou-se com os presbíteros de Éfeso (Atos 20:17-38). Durante os anos na prisão, Paulo escreveu a epístola aos efésios. Também deixou Timóteo em Éfeso para edificar os irmãos (1 Timóteo 1:3).
Destas diversas referências aos efésios, podemos observar algumas coisas importantes sobre essa igreja. Desde o início, houve a necessidade de examinar doutrinas e aceitar somente o que Deus havia revelado. Assim, Áqüila e Priscila ajudaram Apolo (Atos 18:26); Paulo advertiu os presbíteros do perigo de falsos mestres entre eles (Atos 20:29-31), e orientou Timóteo a admoestar os irmãos a não ensinarem outra doutrina (1 Timóteo 1:3-7). A carta de Paulo aos efésios destacou a importância do amor (5:2), um tema frisado, também, nesta carta no Apocalipse.
Aquele que conserva na mão direita as sete estrelas e que anda no meio dos sete candeeiros de ouro (1): Esta descrição de Jesus vem de 1:12-13,16,20 e mostra o conhecimento e a soberania de Jesus em relação às igrejas. Tanto os efésios como os discípulos nas outras igrejas precisavam lembrar da presença de Jesus. Ele anda no meio das igrejas, observando o procedimento delas, e pronto para agir quando for necessário. Segurando as sete estrelas, ele demonstra seu poder e domínio.
Conheço as tuas obras (2-3): Jesus elogia várias qualidades da igreja em Éfeso:
● Labor e perseverança – Deus quer servos dedicados que não desistem (Tiago 1:4). Jesus falou da importância da perseverança diante de perseguição (Mateus 10:22; veja Romanos 5:3; Tiago 1:12), observando que perseguições causam o amor de muitos a esfriar (Mateus 24:10-13). Devemos perseverar na oração (Atos 1:14; Colossenses 4:2; 1 Timóteo 5:5), na doutrina verdadeira (Atos 2:42; 1 Coríntios 15:1), nas boas obras (Romanos 2:7) e na graça de Deus (Atos 13:43). Na sua perseverança, os efésios suportaram provas e não se desanimaram.
● Não suportar homens maus – Depois de tantas advertências sobre o perigo de falsos mestres, a defesa da verdade se tornou um ponto forte da igreja de Éfeso. Homens que se alegavam ser apóstolos foram postos à prova e achados mentirosos (veja 1 João 4:1). Precisamos do mesmo zelo da verdade hoje. O mundo religioso está cheio de pessoas que se dizem profetas e apóstolos. Devem ser avaliadas conforme a palavra de Deus. Pessoas que alegam trazer novas revelações são mentirosas (Gálatas 1:8-9; 1 Coríntios 13:8; Judas 3). Os apóstolos eram testemunhas oculares de Jesus ressuscitado (veja Atos 1:22; 1 Coríntios 15:8-9). Aqueles que se chamam apóstolos, hoje em dia, são falsos mestres. Não devemos suportá-los.
Tenho ... contra ti (4): O problema dos efésios não foi uma questão de doutrina correta, mas de amor. Abandonaram o seu primeiro amor. Esqueceram dos grandes mandamentos que formam a base para todos os ensinamentos de Deus (Mateus 22:37-40). Paulo instruiu os efésios sobre a importância do amor como alicerce da vida do cristão (Efésios 3:17; 4:2,16: 5:2; 6:23). Não devemos distorcer esta advertência para criar um conflito entre o amor e a verdade. Podemos defender a verdade, como os efésios fizeram e, ao mesmo tempo, praticar o amor. Foi exatamente isso que Paulo pediu aos efésios: “Mas, seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo” (Efésios 4:15).
Lembra-te, arrepende-te e volta (5): Jesus pede três respostas dos efésios:
1. Lembra-te, pois, de onde caíste: Não foram as alfarrobas dos porcos que levou o filho pródigo ao arrependimento; foi a lembrança da casa do pai. Para os efésios se arrependerem, teriam que lembrar da comunhão com Deus que deixaram para trás. Para permanecer fiéis, a presença de Deus precisa ser a coisa mais preciosa na nossa vida. Uma vez que caímos, é necessário desenvolver novamente o amor para com ele.
2. Arrepende-te: O arrependimento é a mudança de atitude. Quando decidimos deixar o pecado e fazer a vontade de Deus, nós nos arrependemos. O pecador precisa se arrepender antes de ser batizado para perdão dos pecados (Atos 2:38). O cristão que tropeça precisa se arrepender e pedir perdão pelos seus pecados (Atos 8:22). Aqui, uma igreja cujo amor esfriou-se precisa se arrepender.
3. Volta à prática das primeiras obras: A mudança de atitude (o arrependimento) produzirá frutos (Mateus 3:8). Pelas obras, a pessoa arrependida mostrará a sinceridade da sua decisão. A igreja em Éfeso precisava voltar à prática do amor.
Se a igreja não se arrepender, Jesus removeria o seu candeeiro. Eles não permaneceriam na abençoada comunhão com o Senhor.
Odeias as obras dos nicolaítas, as quais eu também odeio (6): Mais um ponto a favor, reforçando o elogio dos versículos 2 e 3. Os nicolaítas são mencionados somente aqui e na carta à igreja em Pérgamo (15). Não sabemos a natureza precisa do seu erro, mas sabemos que era abominável a Deus. Neste ponto, os efésios odiavam o que Deus odiava. Nós devemos fazer a mesma coisa, sendo amigos do bem (Tito 1:8) e detestando o mal (Salmo 97:10).
Quem tem ouvidos, ouça (7): Freqüentemente, Jesus chama os ouvintes a ouvirem a sua mensagem (Mateus 11:5; 13:9,43; etc.). O problema de um coração teimoso se reflete nos ouvidos tapados que recusam ouvir a verdade (Mateus 13:15). Os efésios provaram aqueles que falavam, agora eles seriam provados pela maneira de ouvirem.
O Espírito diz às igrejas (7): Jesus transmitiu a sua mensagem por meio dos anjos das igrejas (2:1,8,12,18; 3:1,7,14), mas o Espírito, também, participa da revelação (veja 1:4) e da recompensa dos fiéis.
Ao vencedor ... árvore da vida ... paraíso de Deus (7): A recompensa aguarda os vencedores que perseveram no amor e na verdade. Aqueles que desistem, abandonando para sempre o seu amor, não receberão o galardão. Jesus descreve a comunhão com Deus em termos que nos lembram do jardim do Éden. Por causa do pecado, o homem foi expulso do jardim em que Deus andava (Gênesis 3:22-24,8). Aqueles que andam com Deus têm a esperança da vida no paraíso do Senhor.
Conclusão
U ma igreja rodeada por religiões falsas e sujeita à influência de homens maus precisa examinar todos os ensinamentos e rejeitar todas as falsas doutrinas. Mas ela precisa, também, demonstrar o amor verdadeiro para vencer o mal. Devemos amar a verdade, não somente pelo desejo de ser “corretos”, mas porque ela vem do Deus que merece nosso amor. Devemos amar aos outros, porque foram feitos à imagem e semelhança de Deus. “Amados, se Deus de tal maneira nos amou, devemos nós também amar uns aos outros” (1 João 4:11).
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
VOCÊ REALMENTE QUER DEUS?
UNÇÃO DO RISO...
A Unção do Riso: Caos teológico
Paulo Romeiro
(Esboço baseado no livro El avivamiento de la risa. Caos teológico en la iglesia contemporánea, de Jorge Erdely. Cidade do México: MBR, 1996.)
I - INTRODUÇÃO
Atualmente há em todo o planeta distintos "avivamentos". Um dos mais notórios é o das religiões orientais, particularmente do hinduísmo. O mundo ocidental está vendo nestes últimos dias uma invasão de gurus, lamas tibetanos, mestres iluminados, e uma infinidade de técnicas de meditação, yoga e cursos para alcançar "graus elevados de consciência".
Em meio a tudo isto temos uma ala do movimento carismático (também chamado de neo-pentecostal) que decidiu ter sua própria versão comercial do misticismo oriental para não ficar atrás na conquista das massas. Este novo fenômeno religioso se chama "O Avivamento do Riso", "A Unção do Riso", "A Bebedeira Espiritual", "A Bênção de Isaque" e "A Bênção de Toronto".
Devem ser bem poucos os cristãos que no Brasil a esta altura ainda não ouviram falar da "Experiência de Toronto". Até o programa Fantástico, da Rede Globo, apresentou reportagem especial sobre a "Bênção de Toronto". Uma onda de manifestações físicas, incluindo prostrações, estremeções e especialmente riso tem assolado, e ainda assola, as igrejas em várias partes do mundo.
II - O FENÔMENO DE TORONTO E SUAS RAÍZES
A. A expressão:
O nome "Benção de Toronto", ou "Unção do Riso", como prefiro chamá-la, tem sido aplicado a estes fenômenos porque a mais importante erupção destas manifestações ocorreu na Igreja Vineyard do Aeroporto de Toronto. Na verdade, não há nada que seja novo nestes fenômenos.
B. Suas Raízes:
Rodney Howard-Browne, segundo todos os estudos que existem a respeito do fenômeno, a figura mais respeitada atrás do controvertido fenômeno. Ele é considerado o "bartender (garçom de bar) de Deus".
C. Principais Promotores
Nos Estados Unidos a maioria dos pregadores da prosperidade, como por exemplo Oral e Richard Roberts, Pat Robertson, Paul Crouch, Kenneth Copeland, Francis e Charles Hunter, Benny Hinn. Temos ainda na Inglaterra Colin Day (que já esteve várias vezes no Brasil), Breed Flooker (que também já esteve no Brasil). São muitos os pregadores no Brasil que foram influenciados por esta nova onda, a ponto de hoje termos várias empresas de turismo fazendo vôos turísticos para Toronto levando vários pastores brasileiros para visitar a Igreja Vineyard do Aeroporto de Toronto.
III - DIVINO OU DEMONÍACO?
A comunidade evangélica em todo mundo está dividida a este respeito. Uns consideram esta experiência um sinal divino ainda que reconheçam que não tem respaldo bíblico, nem na história do cristianismo. Outros embora a considerem demoníaco, reconhecem que algo acontece (algo sobrenatural), porém, descartam totalmente a possibilidade que seja de origem do Espírito Santo; mas que se trata, crêem, de algo parecido com uma manifestação de terreiro de candomblé, umbanda ou até um transe como acontece nas reuniões dos gurus da Nova Era. Veja I Co 14:29; I Ts 5:21; I Jo 4:1ss.
IV - BEM VINDOS AO CIRCO DA ALEGRIA
Os cultos promovidos pelos pregadores são de aparência igual a qualquer culto numa igreja carismática ou pentecostal. Muito louvor e na hora da mensagem começam a falar que algo novo vai acontecer na vida das pessoas que ali estão, e que elas serão cheias de alegria naquela noite. Em meio às pregações começam a ouvir aqui ou ali pessoas rindo de uma forma incontrolável, algumas pessoas começam a dar gargalhadas a ponto de caírem no chão, incontroláveis.
A chamada Igreja Vineyard do Aeroporto de Toronto é uma comunidade carismática que enfatiza as experiências místicas mais do que a Palavra de Deus e os valores cristãos objetivos. Eles têm sido um dos centros de atenção mundial ao que o "Avivamnento do Riso" se refere. O que acontece nos cultos do pastor Randy Clark é bastante similar ao que acontece em todo mundo, apesar de existirem traços distintivos. Além das gargalhadas, os participantes emitem sons de vários animais como "prova" de estarem possuídos por Deus. Mulheres rugem como leoas, homens bufam como touros, e uivam como lobos, gritam como aves. Em muitos destes cultos há uma participação muito grande de padres e freiras católicas que também recebem esse "poder".
V - NEGANDO A BÍBLIA, A HISTÓRIA E A RAZÃO
É quase impossível que pessoas razoáveis e em são juízo se deixem levar por este fenômeno. Ainda que seja normal o fato do ser humano rir ao ouvir algo engraçado, se uma pessoa o fizer sem causa alguma isso muitas vezes pode ser considerado como um sintoma de demência. Ainda mais se isto acontece por um período prolongado. Minha experiência ao visitar vários manicômios e hospitais psiquiátricos, é que a maioria dos seus internos chegou ali com estes sintomas.
VI - TORCENDO OS FATOS
Se é praticamente impossível que uma pessoa em sua sã consciência participe do Avivamento do Riso, o mesmo podemos dizer de qualquer cristão que conhece a Palavra de Deus e a história dos avivamentos cristãos. Sinceramente, o fenômeno da "Gargalhada Santa" não tem precedente algum, nem na Bíblia nem na História. Não só isso: é totalmente contrário e incompatível com os princípios que ensinou nosso Senhor Jesus Cristo. Convencê-los do erro é outro assunto.
VII - OS FENÔMENOS DOS AVIVAMENTOS HISTÓRICOS
Os defensores dos fenômenos atuais astutamente lembram aos seus leitores que ocorreram fenômenos extraordinários nos avivamentos históricos. Isso é verdade; no entanto, o mais estranho é que nenhum historiador de religião ou erudito de avivamento o tenha percebido em centenas de anos. Uma leitura atenta das evidências mostra que esses fenômenos eram significativamente diferentes do que se vê hoje no movimento do "riso".
A. América do Norte
O nome que estão procurando associar hoje, na tentativa de defender o que está acontecendo, é Jonathan Edwards.
B. As Ilhas Britânicas
Um quadro similar emerge aqui, pois nos avivamentos todos os tipos de fenômenos se manifestaram. Todavia, mais uma vez, os líderes dos avivamentos geralmente procuravam distinguir a obra de Deus da de Satanás, e desencorajar ou proibir as manifestações que pareciam se originar em Satanás.
VIII - FENÔMENOS ACONTECENDO EM OUTRAS RELIGIÕES
O problema da unção do riso tem afetado não apenas o meio evangélico, mas também a outros movimentos religiosos, como por exemplo: Hinduísmo, Meditação Transcendental, seitas da Nova Era, etc. O fenômeno também é usado em técnicas de hipnose.
IX - REFUTAÇÃO BÍBLICA
Os que favorecem a "Experiência de Toronto" freqüentemente citam certos textos ou incidentes bíblicos em apoio à sua causa. (Salmo 23:2)
A. Velho Testamento
1. Abraão caiu num sono profundo, conforme (Gn 15:12)
2. II Cr 5:13,14
3. Daniel caiu amedrontado com o rosto em terra (Dn 8:17)
B. Novo Testamento
1. Caiam em adoração (Mt 2:11) ou para rogar-lhe socorro (Mc 1:40)
2. Caiam de medo (Mt 17:6; Mt 28:4)
3. A experiência de Pedro (At 10:10)
4. A experiência de (João Ap 1:7)
X - O PERIGO DO ENGANO
Um dos mais sérios perigos que defrontam o avivamento é a incapacidade demonstrada por líderes e liderados de discernir entre a obra de Deus nas almas dos homens e a obra do diabo no contra-avivamento.
A. A Necessidade de Discernimento
Há pelo menos meia dúzia de passagens no Novo Testamento que falam da astúcia e das manhas do maligno. (II Co 11:13, 14 e Ef 6:11).
B. O Mandado para Julgar
Não se deve confundir realidade com legitimidade. Numa época de experiências religiosas sem conteúdo, a atração exercida por fenômenos espirituais poderosos é muito maior do que a da sua legitimidade.
XI - DISCERNIMENTO E MENTE SÃ
Um dos aspectos mais estarrecedores dos pregadores é a seguinte exortação: "Não tente usar a sua mente para entender isto. Apenas o receba". Isso é completamente contrário ao ensino do Novo Testamento. O apóstolo Pedro, ao instar com seus leitores, e conosco, a que nos preparemos para servir a Deus, escreve: "Cingi os lombos do vosso entendimento" (I Pe 1:13 (RA), cf. 4:7; 5:8).
XII - CONCLUSÃO: CRISES E VALORES TEOLÓGICOS EM CAOS
A existência e popularidade do fenômeno conhecido como Avivamento do Riso deve preocupar qualquer pessoa sensata, mesmo que seja remota a possibilidade de que se deixe enganar por ele. Deve ser motivo de reflexão tanto para o pastor como para as ovelhas ver milhões de pessoas caindo na gargalhada santa ou latindo como cachorros, rugindo como animais e agindo como verdadeiros beberrões num show onde usam o nome de Deus. Infelizmente muitas pessoas deixam sua razão em troca de experiências místicas que as levam a um profundo caos teológico e intelectual; essas mesmas pessoas podem levar vidas aparentemente normais fora desses cultos religiosos.
O perigo não tem limite e legitima a pergunta: Uma vez que uma seita pode induzir seus seguidores a praticarem o suicídio coletivo (como aconteceu recentemente com 39 pessoas nos Estados Unidos), ou outras vezes induzir seus seguidores a entregarem grande quantia de dinheiro, a latir, a babar como um louco sem motivo algum, o que acontecerá depois? Qual será a próxima experiência que nos oferecerão? Já que têm sido removidos os limites de sã teologia e do sentido comum, a resposta é: Qualquer coisa. Nós estamos à mercê disto e outros mil tipos distintos de gurus carismáticos sem escrúpulos que têm acesso direto a consciência de seus seguidores.
Jim Jones, em Guiana, Mangayonon Butog, nas Filipinas, Park Soon Ja, na Coréia do Sul, David Koresh, em Texas, Luc Jouret, em Cantão de Friburgo e Marshall Appelewhite, no Rancho Santa Fé sobreenfatizaram as experiências subjetivas, anularam a razão dos seus respectivos adeptos e logo sobreveio a tragédia. Com o movimento Avivamento do Riso, as portas estão abertas a todo tipo de abuso.
Haverá no século XXI uma religião mundial única que imponha as experiências subjetivas sobre a razão, a sã teologia e a verdade objetiva? Será substituído o cristianismo por técnicas metafísicas da Nova Era para induzir a estados alterados de consciência? Continuará enfatizando estranhas revelações em vez da Palavra de Deus? Continuará a presente tendência a utilizar a religiosidade como simples escalão para obter prazer através das experiências esotéricas? Seremos perseguidos pelos poderosos impérios desses gurus ao negarmos a reconhecer as tais experiências como divinas? A resposta é clara a todos aqueles que ainda têm raciocínio, famílias, e valores cristãos a defender. Façamos algo para impedi-lo. Promovamos ativamente o genuíno cristianismo, o estudo sério da Bíblia e denunciemos claramente os perigos e erros das falsas doutrinas e experiências.
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
A MAIOR IGREJA LUTERANA DOS ESTADOS UNIDOS ACEITA HOMOSSEXUAIS PRATICANTES PARA MINISTROS
Leiam aqui a notícia sobre a decisão recente da maior Igreja Luterana dos Estados Unidos de confirmar gays e lésbicas praticantes como pastores e bispos luteranos. Antes, eles eram aceitos somente se permanecessem no celibato. A reunião foi presidida pelo bispo Mark Hanson (foto).
Não pretendo neste post entrar na questão da homossexualidade como uma quebra do padrão bíblico para a família, indivíduo e sexualidade. Quem quiser ler sobre isto, faça uma busca aqui no blog da palavra "homossexual" e encontrará diversos posts sobre o assunto. O que eu quero destacar é que a Igreja Luterana dos Estados Unidos, ao decidir pela maioria de seus representantes que gays e lésbicas podem ser ministros do Evangelho, estava simplesmente levando o liberalismo teológico às suas últimas conseqüências lógicas.
Sim, a ELCA (Igreja Evangélica Luterana da América) é outra daquelas igrejas históricas oriundas da Reforma que abandonaram a visão dos Reformadores quanto às Escrituras e sua autoridade e adotou o método crítico de interpretação. Para os que lêem inglês, vejam o que a ELCA pensa sobre a Bíblia. Em resumo, para os que não lêem inglês, a ELCA acredita que:
1) A Bíblia é o mais importante meio de Deus revelar seu ser e sua presença. Não é sua revelação exclusiva, uma vez que a ELCA é ecumênica e acredita que existe salvação em outras religiões.
2) A Bíblia contém a história da interação de Deus com os homens. Nada mais que isto. Ela não é a Palavra de Deus, mas o registro humano daquilo que os judeus e os cristãos acreditavam sobre Deus.
3) Como tal, este registro é falível e contém erros. Nele encontramos o reflexo dos preconceitos da época em que a Bíblia foi escrita. Este registro é por vezes contraditório internamente, pois os escritores da Bíblia registraram idéias diferentes e contraditórias sobre Deus, sua palavra, caminhos e vontade.
4) Quem pode dizer o que é certo ou errado dentro da Bíblia é a Igreja, a comunidade do Cristo. Este é o critério os luteranos americanos para aceitar ou rejeitar partes da Bíblia. Se alguma coisa edifica e leva a Cristo, então é de Deus. Se não, é coisa humana. E se perguntarmos qual o critério para decidirmos, por exemplo, que a homoafetividade edifica e leva à Cristo, a resposta será “aquilo que a Igreja decidir”.
5) Nos gêneros literários da Bíblia temos lendas de heroísmo e "estórias", outro nome para mitos. Entre estes a ELCA certamente coloca o nascimento virginal de Jesus -- assunto que ela declara estar aberto para discussão -- e a ressurreição de Jesus, que para eles não é um fato da história.
Quando uma igreja adota esta visão liberal da Bíblia é só uma questão de tempo até começar a rejeitar o ensino bíblico sobre o homossexualismo. Todas as igrejas ditas cristãs e que hoje aceitam que homossexuais praticantes sejam pastores e bispos são também igrejas que adotaram o método crítico e o liberalismo teológico em primeiro lugar: A Metodista Unida dos Estados Unidos, a Presbiteriana dos Estados Unidos, a Episcopal americana e agora a Luterana, também nos Estados Unidos. Na Europa, o padrão é o mesmo.
É preciso ressalvar que nem todos os pastores e membros destas igrejas concordam com isto. Houve rachas, dissensões, protestos, por parte das minorias discordantes. Todavia, estas minorias não têm força para lutar dentro de denominações que já rejeitaram a idéia de um cânon definido, inspirado, autoritativo e infalível, única regra de fé e prática.
É fácil ver que a ordenação de gays e lésbicas como ministros do Evangelho é fruto do liberalismo teológico. Uma vez que boa parte da sociedade já aceita o homossexualismo como algo natural, normal e até desejável, resolve-se que aquelas partes da Bíblia que caracterizam a homossexualidade como desvio moral e abominação sejam consideradas como mais um reflexo do preconceito cultural da época, a opinião pessoal dos escritores, mas jamais como uma norma, um conceito ou uma verdade de Deus, válida para todas as épocas e culturas. E assim a Igreja passa a julgar a Bíblia e decidir o que vale e o que não vale para hoje, a partir do seu entendimento da sociedade, da cultura e da época.
É claro que há coisas na Bíblia que são reflexo da cultura do Antigo Oriente, onde ela foi escrita, como saudar com beijos, usar véu, a escravidão e a poligamia. Contudo, saudação com ósculo santo e uso do véu não estão na mesma categoria de relações sexuais. A poligamia já é claramente abolida no Novo Testamento, onde também estão plantadas as sementes para a abolição da escravidão. O tema da homossexualidade, contudo, é tratado uniformemente, no Antigo Testamento e no Novo Testamento como uma questão moral e espiritual que tem raízes na natureza corrompida e decaída do ser humano.
O liberalismo teológico está firmemente plantado no coração de várias denominações históricas no Brasil. As sementes estão lá. Cedo ou tarde elas amadurecerão e seu fruto não será diferente do que tem acontecido com as igrejas nos Estados Unidos e Europa, que durante décadas ensinaram o método histórico-crítico em seus seminários. Já ficou claro historicamente quais as conseqüências morais uma vez que se rejeita a autoridade e infalibilidade da Escritura: não existem valores morais que sejam absolutos e intocáveis.